domingo, 9 de novembro de 2008

Amor

O homem viu a mulher
Num banho de Abril
Cauteloso no passo zonzo
Na silhueta do ombro
A porta abriu

No coração desacerto
As lágrimas secas ao vento
Do chegar perto
Mais perto -boca -Semi-aberta
Beijou-lhe medroso o feto

2 comentários:

Nome: Karina Cecchinel disse...

oi... gostaria mto de saber quem eh vc. uma vez vc comentou no meu blog...

Carlos disse...

Engraçado que vc faça contato nesse humilde canto criado numa oficina de poesia concreta no Sesc Pinheiros( da qual fui o único aluno rsrsrs) e que, se tiver coragem, lançarei alguns poemas, mais para guardar do que para expô-los para leitura.
Quanto a quem sou; uma pessoa comum que se esconde nas matas de Embú das Artes, fascinado por artes e conhecimento em geral, tímido e que chegou no seu blog via o da Naná, que conheço só pelos escritos virtuais e sou fã, e gostei do que li(por isso o comentário).
Para começo é isso, Karina.Espero que tenha gostado dos parcos escritos e da casa pouco mobiliada hehehe.